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O blog Tecnoinsider agora tem versão mobile. A partir de hoje, quem acessa o site pelo Android, iPhone ou Windows Mobile é direcionado para uma telinha inicial mais limpa e amigável. O dispositivo móvel é detectado automáticamente, sem necessidade de optar pela versão mobile ou a normal. Mas quem tem uma tela grande no smartphone pode usar a versão normal se preferir. Existe um link de saída para a versão normal no rodapé da página. Note que esta opção fica memorizada no dispositivo, mesmo entrando novamente no browser. Para voltar à versão mobile use um outro link (“Return to Mobile Edition”) também no final da página.  Outra dica: se houver imagem grande no post ela poderá estar cortada na versão mobile. Mas basta clicar na imagem para poder rolar sobre a imagem completa. O plugin utilizado foi o WordPress Mobile Edition 2.3, da Crowd Favorite.

Ainda falando em WordPress e smartphones, instalei também o app para Android “WordPress”, da Automatic, o que agora me permite administrar os blogs de qualquer lugar.  Estas foram minhas duas últimas “aquisições” para a caixa de ferramentas de manutenção de blogs. Fiz também mais alguns ajustes no TecnoInsider que provavelmente serão imperceptíveis aos leitores, mas afetam a performance e a visibilidade na Web (atualizando sites externos).

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Segundo informativo “Suas Finanças” do Infomoney, o plano do governo é que já em 2010 esteja disponível acesso de banda larga a preço baixo, R$  35,00, nas principais capitais do país, em especial nas que irão abrigar os jogos da copa de 2014.  O PNBL (plano nacional de banda larga), que é coordenado pelo Ministério do Planejamento, prevê ainda a interligação de mais 100 municípios.

As cidades seriam São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Natal, Salvador. Fiquei em dúvida com relação a São Paulo, não está havendo uma dúvida se ela será sede da copa? :-) Bom deixando esta polêmica de lado,  é uma boa notícia. Mesmo sabendo que a velocidade prevista para este preço é de 512 kbps a 784 kbps, o que apenas com muito boa vontade se considera banda larga hoje em dia. Mas levando em conta que o objetivo é atender a um público que atualmente está usando linha discada ou nem isso, é um avanço. Creio que para um usuário casual de Internet, que quer fazer algumas consulta na Web e ler emails, esta velocidade será satisfatória por enquanto.

Com isso o consumidor brasileiro poderia começar a baixar o custo médio per capta com provedor de banda larga no Brasil, que hoje é calculado em 4,5% da renda líquida. Na Rússia este valor é 1,68%, e nos países desenvolvidos menos de 0,5%. Mas ainda assim, o lado positivo disso é mais no aumento de disponibilidade que em preço baixo, pois o valor inicial mais baixo é proporcional ao preço já praticado no mercado em planos maiores.  A título de comparação, 35 reais por 512 kbps é mais ou menos compatível com o preço  médio aqui no Rio  de 70 reais (arredondando para cima) por 1 Mbps. É uma conta simples, para quem não percebeu, basta dividir os dois últimos números por 2…

Quem acompanha mais de perto as operadoras de celular já deve ter percebido as mudanças frequentes na forma de tarifação dos planos de dados. Os pacotes entram e saem, mudam preços e quantidades, e mais importante, muda a própria unidade de medida que será cobrada. Ora vendem plano limitado por velocidade, ora por quantidade de dados trafegados mensais. Afinal, de onde vem tanta dúvida na cabeça dos executivos de telecomunicações? Eu tenho apenas duas hipóteses. Uma é a velha maquiagem do produto, para obter margem de lucro melhor. A outra é que eles estão meio perdidos mesmo. Pode também ser uma combinação das duas: de ganância com falta de planejamento, em proporções variáveis. Vamos analisar alguns exemplos e notícias recentes para ver qual hipótese mais se encaixa, e como o consumidor pode sobreviver em meio a esta selva de planos de dados.
(mais…)

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Estou  a uns 3 meses procurando um netbook com modem 3G interno, e descobri que é difícil comprar um destes hoje em dia. Não chega a ser um unicórnio da informática, eles existem. Só que é um percentual pequeno dos modelos, digamos un 5%, e mesmo estes poucos modelos são dificeis de encontrar nas lojas, mesmo online. Me vem uma dúvida, porque eles são minoria? Pra mim eles deviam ser maioria, ou talvez a totalidade. Tenho alguns argumentos para isso.

Primeiro, pelo conceito de netbook. O termo começa com “NET” porque são pensados pra usar online. A maior parte do tempo pelo menos. E pelo tamanho e mobilidade, geralmente fora de casa e fora do escritório, pois nestes lugares temos equipamentos mais confortáveis. Bom, fora de casa e do escritório só contando com muita sorte pra ter uma rede LAN, por cabo ou wireless, onde se conectar. Existem provedores Wifi, mas eles cobrem uma parcela mínima da cidade. Muito mais garantido é assinar um plano 3G.  Mas então é só comprar um daqueles modems 3G do tamanho de um pendrive, e está tudo resolvido, certo? Vamos ao argumento 2.

O segundo aspecto a considerar é a particidade. Qual a diferença real de praticidade entre usar um modem 3G externo e um interno?  Quem ainda não passou por isso, imagine a seguinte situação. Você está um ônibus, ou aeroporto, café, fastfood, etc, e resolve tirar o netbook da mochila pra se conectar. Vamos analisar todas as ações envolvidas, primeiro a opção  SEM modem 3G interno:

1. Tirar o notebook da mochila; 2. Procurar o modem 3G onde estiver; 3. Conectar o modem 3G na USB; 4. Dar boot, conectar

Agora COM modem interno:

1. Tirar o notebook da mochila; 2. Dar boot, conectar

Ou seja, uma economia de dois passos. Dividi em duas ações porque, mesmo com o modem 3G já na mão, ter que colocá-lo na USB é uma ação separada, e pode gerar algum embaraço dependendo da situação (escuro, pouco espaço, movimentação), e certamente uma pequena perda de tempo. Além disso, pra mim qualquer pequeno ato, quando repetido milhares de vezes ao longo da vida, é relevante. Quero a máxima praticidade, e se possível estilo também. Não é muito mais “estiloso” conectar em um único gesto, sem conectar modem externo na USB?

Argumento complementar: mas isso não iria aumentar o preço dos netbooks? Hoje em dia aumenta, mas a economia de escala de colocar um modem 3G interno em todos os netbooks faz esta diferença tender a quase zero.

Argumento contrário: mas com isso não poderia compartilhar a conexão 3G com outras máquinas. Até pode, é só tirar o chip GSM do netbook e colocar em um modem 3G externo. É verdade que seria um contratempo ficar tirando o chip, e isto anula a praticidade que falei acima. No meu caso não é problema, pois para todas as outras máquinas tenho outra conexão melhor. Em casa tenho Wi-Fi ligada à Internet por cable modem, de muito melhor qualidade que a conexão 3G. Esta última é só pra usar fora de casa, ou seja, no netbook mesmo. Logo, dificilmente eu iria tirar o chip!

Por fim, porque 3G e não 802.16, do qual até já falamos aqui no blog? Simples, pragmatismo. De fato é que o 802.16 é ótimo, recebeu (e recebe) apoio da Intel, que prometia incluí-lo nos chipsets pra notebook, o que faz todo sentido. Só que não decolou ainda, e mesmo que agora começasse um movimento sério nesse sentido, só daqui a alguns anos a infraestrutura e os modelos com esta tecnologia estariam difundidas. E eu quero conexão movel à Internet já.

Agora, o motivo real dos poucos modelos com 3G serem difíceis de ahar pode ser que esão esgotados com a alta procura. Será que os fabricantes não estão vendo a oportunidade? Será que as operadoras de celular não perceberam que a facilidade de conexão pode aumentar a procura por planos? Vou continuar aguardando um bom modelo com 3G interno, acho que vale a pena.

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dez/09

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Adotando um padrão de URL

Mais um dia de trabalho na configuração do blog. Importei alguns posts de outro blog que possuo e configurei diversos plugins do WordPress. Entre as alterações que fiz, uma relevante e que deve interessar a muitos que possuem um site ou blog é a padronização da URL. E o motivo não é apenas estético: ele interefe nos mecanismos de buscas e no ranking da página.

Por exemplo, digamos que você possui um dominio “meu-dominio.com.br”.  Você pode colocar seu site/blog em “www.meu-dominio.com.br“. O WWW aqui geralmente é o nome do servidor Web que hospeda a página, e portanto tradicionalmente é incluído na URL, para diferenciar dos outros serviços Internet disponibilizados pela organização.

Acontece que normalmente se considera que não redirecionar o “meu-dominio.com.br” digitado no browser para o www pode gerar confusão no usuário. Ou seja, hoje já se espera que ao digitar “meu-dominio.com.br” no browser o site principal deste domínio seja encontrado. Para evitar este problema, inclui-se um redirecionamento do dominio puro para o www.

Acontece que dependendo de como isso é feito, as duas URLs poderão ser aceitas pelo browser. Neste caso são contadas distintamente pelo mecanismo de busca, o que obviamente diminui as estatíscas do site, e eventualmente pode gerar inconsistência nas informações em cache, diferente para cada um dos sites. A solução final para isto é o “redirect 301″, configurado direto no servidor Web para substituir uma das duas versões pela outra. Com isso usuários e mecanismos de buscas vêem sempre a mesma versão da URL.

Outra questão que se levanta hoje é qual das duas versões manter. Neste caso não há consenso. Tradicionalistas preferem a com www, e a tendência mais moderna é sem ele. Sites mais novos como o twitter não utilizam www. De qualquer modo, deve-se escolher uma delas e implementar o redirect para esta. Escolhi a versão sem www, que além de estar na tendência gera um nome menor e remove o www que não agrega significado para o usuário final. De qualquer modo quem digitar o www deverá chegar no site.  Mas na barra de endereços a URL sem ele vai aparecer depois, bem como nos atalhos salvos, etc.

O passo seguinte é realizar as configurações. Isto como disse é feito no servidor Web. A título de exemplo, veja o que precisei fazer no IIS 6.0. Para configurar o redirect é preciso alterar o arquivo “httpd.ini’ que fica no diretório raiz do site. Se ele não existir deverá ser criado. Dentro dele são postas as linhas:

[ISAPI_Rewrite]
RewriteCond Host: ^meu-dominio.com.br
RewriteRule (.*) http\://meu-dominio.com.br$1 [RP,L]

RewriteCond Host: ^http\://meu-dominio.com.br
RewriteRule (.*) http\://meu-dominio.com.br$1 [RP,L]

Esta configuração redireciona também URL com subpastas depois do nome. Usuários de outras versões do IIS talvez tenham que alterar alguma coisa, e usuários do Apache possuem uma versão análoda a esta. Basta procurar na Web.

Como resultado final, temos todo mundo chegando no mesmo site, mas apenas uma versão da URL aparecendo para os usuários e mecanismos de busca.

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Voltado prioritariamente para o público leigo, este documentário da Globo News explica os conceitos principais sobre Cloud Computing, ou computação em nuvem. O vídeo aborda as vantagens e também as principais preocupações dos usuários com relação a este modelo, e como elas pode ser contornadas. Acesse aqui no site da Globo News.

No blog do programa é disponibilizado um outro vídeo, mais especializado, para orientar profissionais e empresas que pretendem investir nesta tecnologia. Acesse aqui o blog Ciência e tecnologia.

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O que mais falta falsificarem? O FBI está investigando o caso de roteadores e switches Cisco falsificados na China. Teme-se que estes equipamentos possam causar falhas inesperadas nas redes americanas. Poderiam também deixar as redes vulneráveis a ataques de segurança, devido a backdoors escondidos. Os modelos das séries 1000 e 2000 podem estar sendo afetados.
Falhas de hardware em equipamentos de redes são críticas, motivo pelo qual normalmente estes equipamentos passam por grande controle de qualidade, e portanto se espera alta confiabilidade. Uma vez ocorrida a falha, o tempo de resolução pode ser tal que gere prejuízos e outros inconvenientes.

Os problemas de hardware causadas por estes equipamentos falsificados poderiam ser tratadas como qualquer outra falha deste tipo. Já a possibilidade de uso de equipamentos comprometidos (por backdoors) para invadir redes nos EUA já são um problema totalmente diferente.

Podemos ver nestes slides de uma apresentação do FBI as diferenças entre os routers originais e falsificados. Além disto, um falsificadopode custar até 5 vezes menos. Parece que falta pouco para vermos equipamentos profissionais de rede à venda nos camelôs de rua.

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A partir de 1 de maio de 2008 pessoas físicas poderão registrar dominios de extensão “.com.br” no registro.br usando apenas o seu CPF. Antes desta data ainda é necessário ter uma empresa com CNPJ. Esta flexibilização visa atender pessoas que abrem sites na Internet para realização de negócios. Um fato muito positivo, já que esta desburocratização nos deixa mais perto da realidade praticada em outros países (ocidentais, pelo menos), em contraste com o excesso de regras do dominio “.br”, algumas desnecessárias, demasiadamente rígidas, apenas gerando obstáculos a iniciativas legítimas.

O que realmente teria motivado esta medida? Na minha opinião, a boa e velha competição. Neste caso a concorrência com outras autoridades de registro, principalmente dos EUA. A verdade é que lá, ou melhor, em um dos “registradores” de lá, qualquer um com cartão de crédito internacional registra um domínio disponível pela própria Internet, e passa a utilizá-lo 5 minutos depois. E estes registros podem ser feitos aqui no Brasil, por pessoas que não fazem questão do “.br” no final do nome de domínio. Sem burocracia, sem enviar documentos, e por preço baixo. Eu mesmo tinha um domínio “.com” no godaddy.com, pelo qual pagava pouco mais de 20 reais por ano, com as taxas. Usei enquanto interessou, e depois expirou quando parei de renovar. Já no registro.br, até o procedimento para cancelar um domínio requer o envio de documentos assinados e autenticados pelo correio.

Na tentativa de liberar mais o registro de domínios, foram, criados várias extensões alternativas, como o “NOM”, “BLOG” para pessoas físicas, e os para profissionais liberais, como o “ENG”, e o próprio “ETI” usado neste site, entre muitos outros. Mas a verdade é que estes domínios são menos fáceis de lembrar do que os .COM.BR, ou .COM. Muita gente pode simplesmente então passar a registrar nos EUA os”.COM”, levando aos esvaziamento do registro nacional. Creio que é por isso que as regras excessivas estão caindo, uma por uma.

Fonte: registro.br

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