Archive for dezembro 2009
No outro blog (Tecnoinsider) onde publiquei a o review do Dext fui lembrado por um leitor que o iPhone continua a ser o aparelho de ponta em celulares. De fato, a Apple tem o mérito de ter sido a precursora no tipo de aparelho que agora está servindo de modelo para outros fabricantes. Espero no entanto que jamais copiem o modelo do iPhone 100%, pois envolve uma série de restrições ao usuário. É uma decisão pessoal aceitar ou não estas restrições, e para quem fez esta escolha conscientemente, está tudo bem. Eu prefiro um modelo mais flexível. Outro ponto é que apesar de ter sido a primeira neste tipo de aparelho, será duro para a Apple manter a liderança neste segmento apenas com base na tradição e no design. Eles precisarão reinventar continuamente o aparelho e mostrar as vantagens de pagar mais e levar um monte de restrições de quebra. De qualquer modo vai ser uma disputa interessante para o consumidor. Abaixo reproduzo minha resposta ao post do leitor no blog Tecnoinsider, que explica bem esta posição:
“Com certeza o iPhone é um produto excelente e revolucionário de hardware, software e design, e digo isto mesmo sem ser fan da Apple! O que me incomoda na Apple é a política de “não pode” deles: não pode usar aplicativos que não os da applestore, não pode publicar aplicativos a não ser os aprovados pela Apple, não pode usar como modem, não pode trocar a bateria! E por aí vai… ![]()
O resultado disso é que e os heavy users acabam tendo que hackear o aparelho pra desbloquear as coisas legais que ele PODERIA fazer. É como se você comprasse uma Ferrari e viesse um mapa de quais as ruas que você pode andar, e se você tentasse virar em uma diferente dessas o volante não virasse…:-) Recomendo um livro online do Carlos Morimoto sobre smartphones, que explica bem isso, olha no site http://guiadohardware.net“
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Atom N450 é mais um upgrade para os netbooks
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Já prevista a algum tempo desde a compra da Radeon pela AMD, a integração entre CPU e GPU já está comercialmente disponível em processadores como o recente Atom N450 e em netbooks como o EeePC 1005PE. E não por acaso, ocorre primeiro no setor mais inovador dos computadores pessoais atualmente, nos netbooks (onde já tivemos outras novidades como os drives SSD, infelizmente de capacidade ainda muito limitada). E também onde esta integração é mais necessária, pela redução de consumo e de tamanho resultante.
O N450 é produzido com tecnologia de 45nm e integra o controlador de memória e o chipset de vídeo (GMA3150) no core da CPU. Com isso consegue-se redução do tamanho da placa mãe, aumento de performance e redução de consumo. Para os fabricantes haverá redução de custo unitário de produção, e isso acabará se refletindo para o consumidor.
Netbooks com o N450, como o EeePC 1005PE, devem começar a chegar no Brasil a partir de agora. Quem acabou de comprar um netbook com N270 ou 280 não precisa entrar em desespero, informática sempre foi assim mesmo. As diferenças ainda não são tão grandes, sendo que para mim a mais relevante é o aumento da duração da bateria (tenho um 1005HA que já considero com uma bateria excelente, mais de 7 horas em uso normal. O PE deve ser ainda melhor). O PE também já está vindo com o Windows 7, e não mais com o XP Home. Quem está para comprar um netbook novo, recomenda-se analisar os novos modelos com o N450.
Esse evento da integração da GPU é coerente com toda a história dos computadores pessoais, que surgiram quando a CPU foi agregada em um único chip, o microprocessador, que deu origem a uma nova classe de máquinas, os “microcomputadores”, que foram os primeiros computadores que puderam ser comprados por pessoas comuns e deram partida nisso que vemos hoje. A agregação de mais funções dentro da CPU é parte desta tendência, que provavelmente só vai acabar quando toda a eletrônica de um PC, incluindo toda a memória RAM, estiver em um único chip. Tendência esta que não vai ficar restrita nos netbooks e notebooks. Me parece ser o destino lógico dos PCs mainstream e de escritório, sendo usados para tarefas administrativas, Office e Internet. O fato é que um Atom destes permite sim executar decentemente todos estes aplicativos, sou testemunha disso. E um mundo em crise econômica e ambiental requer PCs cada vez mais baratos e econômicos.
Não tenho certeza ainda sobre o que vai acontecer com o atual mercado de PC voltados para alta performance e jogos, mas a minha impressão sobre ele não pode ser otimista neste momento. De certa forma o PC de alta performance vai no sentido contrário de tudo que se falou até aqui, sempre aumentando clocks, dissipando mais calor, gastando mais energia, não se importando de usar componentes maiores e dedicados. A palavra chave aqui é “aumentar”, mesmo que custe mais dinheiro, energia e espaço, tudo em nome de mais velocidade de processamento de cálculos e gráficos. Se no EeePC estamos eliminando a GPU onboard para integrar na CPU, no outro extremo um PC de jogos top usa 2 placas de vídeo dedicadas que ocupam 2 slots da placa mãe cada uma e com duas entradas adicionais de energia (cada uma). Tudo isso requerendo mais refrigeração, que por sua vez gera mais gasto de energia, ocupa mais espaço e ainda gera mais ruído.
Provavelmente ficará cada vez mais evidente a diferença entre estes dois mundos, que compartilharão cada vez menos componentes entre si. E só pagará o custo adicional de uma máquina destas quem realmente precisa. Hoje é possível comprar um PC comum com vídeo onboard e com um upgrade de placa de vídeo, transformá-lo em PC de jogos médio. Mas no futuro visualizo cada vez mais placas mãe de PCs mainstream sem slots, e vindo com o processador soldado na placa. Isso já existe, e além de eliminar o custo do slot, permite fazer uma placa adaptada a gabinetes cada vez menores. Some a isso o aumento dos modelos de mesa integrados (PC montado junto monitor).
E os fabricantes de monitores, também não poderiam incluir um “PCzinho” de brinde integrado? O tamanho e o custo da eletrônica do PC só tendem a cair, e integrando no monitor elimina-se o custo da caixa e da fonte. Para uma empresa, isto reduz o custo unitário de uma estação de trabalho. A LG faz monitores e faz netbooks com Atom… bastaria o setor de marketing chamar a área de monitores e a netbooks pra mesma reunião.
Pensando melhor, com o PC ficando tão pequeno, será que as fabricantes de TV não acabarão cedo ou tarde incluindo um dentro de cada TV, da mesma forma como já incluem tocadores de arquivos de mídia, divX e etc (que não são mais que pequenos computadores dedicados)? Por acaso cogitei trocar meu monitor de LCD por um maior, e em uma olhada no mercado já vi vários monitores com sintonizador de TV (mas não classificados como TVs e sim como monitores, creio que pelo tamanho da tela, saídas, tamanho dos alto falantes e preço). TV no monitor faz mais sentido no mercado doméstico, mas veja que boa parte dos PCs integrados ao monitor de hoje são para o mercado doméstico de entretenimento (ver modelos da HP, por exemplo). Somando tudo, temos uma unidade que é TV, monitor e PC.
A caixinha do lado do monitor que hoje chamamos de PC (e tem quem chame de CPU…
)parece que está com os dias contados. O processamento, o pouco dele que não estiver “na nuvem”, estará, fisicamente falando, dentro do monitor ou da TV, sem esquecer claro do celular. Lembrando os desktops e notebooks originais, restarão as máquinas móveis com telas maiores: notebooks finos, netbooks e tablets.
Este final de ano está sendo bem aproveitado pelos fabricantes de celulares e operadoras para lançar modelos novos a tempo do Natal. Em particular é notável o número de modelos de celulares com Android que chegaram ao Brasil, e com pouco atraso em relação aos mercados do hemisfério norte. Temos modelos de Androids da Motorola, Samsung, HTC e até Dell.
Estou convivendo há uma semana com um Android, o Motorola Dext, e minha impressão sobre o Android OS é muito boa. Sobre o Dext em particular tenho algumas restrições. Mas pensando racionalmente, é uma boa compra, comparando preços e funcionalidades de outros celulares, Android ou não. É um dos Androids mais baratos por aqui, e vem com teclado físico e câmera de 5 mp. Além disso tem GPS gratuito, integrado ao Google maps. O sistema indica rotas, os trechos a pé e transporte público do percurso, incluindo as linhas de ônibus e o tempo de cada trecho.
O Dext inclui como uma de suas características principais o sistema motoblur criado pela Motorola. Ao contrário do que li em outros blogs, é possível ignorar o motoblur e usar o Dext como um Android qualquer. Não é obrigatório criar uma conta motoblur, mas eu recomendo dar uma chance a este serviço, que pode ser realmente um grande facilitador na vida de quem usa redes sociais e de notícias.
Resumindo, o motoblur integra contatos e atualizações de redes sociais e outros serviços (entre eles Facebook, Twitter, Orkut, Pikasa, Google, etc), e permite mostrar as atualizações que são baixadas no celular. É possível também atualizar estes serviços diteto do celular. Por exemplo, “ tuitar” do celular sem usar SMS. Tudo isso pode ser acessado por widgets direto da área de trabalho. É muito agradável e viciante percorrer a lista de eventos das redes sociais, twitter e etc, de forma unificada, e eventualmente entrar em um dos links da web incluídos. Finalmente vejo uma utilidade para o twitter. Da área de trabalho pode-se acessar também o email e notícias RSS.
O motoblur também sincroniza os dados do aparelho com um serviço remoto da motorola, que é acessado através de um site web pela conta motoblur. Por este site pode-se também localizar o aparelho ou comandar o apagamento dos dados em caso de perda ou roubo.
Mas o aparelho não é perfeito. A primeira coisa estranha que notei é que o slide é meio solto, ou seja, dependendo de como se segura sente-se um leve deslizamento do teclado físico. Não é um problema grave, não compromete o uso, e com o tempo acaba-se acostumando com isso, mas gera uma impressão de fragilidade, que pode nem ser verdadeira. O ideal seria aumentar a pressão da mola no início do movimento do slide.
Com o uso nota-se que a bateria tem duração relativamente menor do que a maioria dos outros smartphones. De fato, se o uso for muito frequente, com acesso de emails e navegação web pelo 3G ou Wifi, não dura nem um dia. Até o momento isso não foi problema sério para mim, pois tenho um PC com USB ao alcance para recarregá-lo ao longo do dia se necessário. Quem fica muito tempo fora de casa ou do escritório deve pensar bem nisso antes de comprar. Seria muito útil incluir uma segunda bateria no pacote, como a Motorola fez no meu smartphone anterior, um MotoQ.
Outro ponto negativo que deve ser considerado é que ele vem com a versão 1.5 do Android, ao passo que outros celulares já estão vindo com a 2.0 (incluindo o Milestone da própria Motorola). O upgrade para 2.0 é teóricamente possível, mas depende da Motorola, e no momento não há previsão. Também não é algo que comprometa o uso, mas quem gosta de estar com a última versão de tudo pode se sentir meio pra trás nessa…
Apesar destes últimos comentários, o aparelho atende ao que preciso hoje de um smartphone: tem teclado físico, 3G, WiFi, tudo isso por um preço razoável. E o próprio Android, baseado em software livre, abre uma série de possibilidades, como maior oferta de upgrades e aplicativos, além da facilidade de acesso ao kit de desenvolvimento e publicação de aplicativos no Android Market, em oposição ao controle rígido que é feito pela Apple no iPhone.
Gostei: design, funcionalidade do motoblur, teclado físico; Não gostei: Android 1.5, duração da bateria, deslizamento do slide.
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Faz sentido Netbook sem 3G?
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Estou a uns 3 meses procurando um netbook com modem 3G interno, e descobri que é difícil comprar um destes hoje em dia. Não chega a ser um unicórnio da informática, eles existem. Só que é um percentual pequeno dos modelos, digamos un 5%, e mesmo estes poucos modelos são dificeis de encontrar nas lojas, mesmo online. Me vem uma dúvida, porque eles são minoria? Pra mim eles deviam ser maioria, ou talvez a totalidade. Tenho alguns argumentos para isso.
Primeiro, pelo conceito de netbook. O termo começa com “NET” porque são pensados pra usar online. A maior parte do tempo pelo menos. E pelo tamanho e mobilidade, geralmente fora de casa e fora do escritório, pois nestes lugares temos equipamentos mais confortáveis. Bom, fora de casa e do escritório só contando com muita sorte pra ter uma rede LAN, por cabo ou wireless, onde se conectar. Existem provedores Wifi, mas eles cobrem uma parcela mínima da cidade. Muito mais garantido é assinar um plano 3G. Mas então é só comprar um daqueles modems 3G do tamanho de um pendrive, e está tudo resolvido, certo? Vamos ao argumento 2.
O segundo aspecto a considerar é a particidade. Qual a diferença real de praticidade entre usar um modem 3G externo e um interno? Quem ainda não passou por isso, imagine a seguinte situação. Você está um ônibus, ou aeroporto, café, fastfood, etc, e resolve tirar o netbook da mochila pra se conectar. Vamos analisar todas as ações envolvidas, primeiro a opção SEM modem 3G interno:
1. Tirar o notebook da mochila; 2. Procurar o modem 3G onde estiver; 3. Conectar o modem 3G na USB; 4. Dar boot, conectar
Agora COM modem interno:
1. Tirar o notebook da mochila; 2. Dar boot, conectar
Ou seja, uma economia de dois passos. Dividi em duas ações porque, mesmo com o modem 3G já na mão, ter que colocá-lo na USB é uma ação separada, e pode gerar algum embaraço dependendo da situação (escuro, pouco espaço, movimentação), e certamente uma pequena perda de tempo. Além disso, pra mim qualquer pequeno ato, quando repetido milhares de vezes ao longo da vida, é relevante. Quero a máxima praticidade, e se possível estilo também. Não é muito mais “estiloso” conectar em um único gesto, sem conectar modem externo na USB?
Argumento complementar: mas isso não iria aumentar o preço dos netbooks? Hoje em dia aumenta, mas a economia de escala de colocar um modem 3G interno em todos os netbooks faz esta diferença tender a quase zero.
Argumento contrário: mas com isso não poderia compartilhar a conexão 3G com outras máquinas. Até pode, é só tirar o chip GSM do netbook e colocar em um modem 3G externo. É verdade que seria um contratempo ficar tirando o chip, e isto anula a praticidade que falei acima. No meu caso não é problema, pois para todas as outras máquinas tenho outra conexão melhor. Em casa tenho Wi-Fi ligada à Internet por cable modem, de muito melhor qualidade que a conexão 3G. Esta última é só pra usar fora de casa, ou seja, no netbook mesmo. Logo, dificilmente eu iria tirar o chip!
Por fim, porque 3G e não 802.16, do qual até já falamos aqui no blog? Simples, pragmatismo. De fato é que o 802.16 é ótimo, recebeu (e recebe) apoio da Intel, que prometia incluí-lo nos chipsets pra notebook, o que faz todo sentido. Só que não decolou ainda, e mesmo que agora começasse um movimento sério nesse sentido, só daqui a alguns anos a infraestrutura e os modelos com esta tecnologia estariam difundidas. E eu quero conexão movel à Internet já.
Agora, o motivo real dos poucos modelos com 3G serem difíceis de ahar pode ser que esão esgotados com a alta procura. Será que os fabricantes não estão vendo a oportunidade? Será que as operadoras de celular não perceberam que a facilidade de conexão pode aumentar a procura por planos? Vou continuar aguardando um bom modelo com 3G interno, acho que vale a pena.
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Google disponibiliza serviço de DNS público
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O Google disponibilizou nesta quinta-feira o seu serviço de DNS para uso público. As vantagens alegadas são performance e segurança. Realmente, um servidor DNS mal configurado pode ser causa de atrasos e porta de entrada de ataques, como DNS poisoning. Os IPs dos servidores DNS são:
8.8.8.8
e
8.8.4.4
Mais Informações e detalhes de configuração no site do Google.
Mais um dia de trabalho na configuração do blog. Importei alguns posts de outro blog que possuo e configurei diversos plugins do WordPress. Entre as alterações que fiz, uma relevante e que deve interessar a muitos que possuem um site ou blog é a padronização da URL. E o motivo não é apenas estético: ele interefe nos mecanismos de buscas e no ranking da página.
Por exemplo, digamos que você possui um dominio “meu-dominio.com.br”. Você pode colocar seu site/blog em “www.meu-dominio.com.br“. O WWW aqui geralmente é o nome do servidor Web que hospeda a página, e portanto tradicionalmente é incluído na URL, para diferenciar dos outros serviços Internet disponibilizados pela organização.
Acontece que normalmente se considera que não redirecionar o “meu-dominio.com.br” digitado no browser para o www pode gerar confusão no usuário. Ou seja, hoje já se espera que ao digitar “meu-dominio.com.br” no browser o site principal deste domínio seja encontrado. Para evitar este problema, inclui-se um redirecionamento do dominio puro para o www.
Acontece que dependendo de como isso é feito, as duas URLs poderão ser aceitas pelo browser. Neste caso são contadas distintamente pelo mecanismo de busca, o que obviamente diminui as estatíscas do site, e eventualmente pode gerar inconsistência nas informações em cache, diferente para cada um dos sites. A solução final para isto é o “redirect 301″, configurado direto no servidor Web para substituir uma das duas versões pela outra. Com isso usuários e mecanismos de buscas vêem sempre a mesma versão da URL.
Outra questão que se levanta hoje é qual das duas versões manter. Neste caso não há consenso. Tradicionalistas preferem a com www, e a tendência mais moderna é sem ele. Sites mais novos como o twitter não utilizam www. De qualquer modo, deve-se escolher uma delas e implementar o redirect para esta. Escolhi a versão sem www, que além de estar na tendência gera um nome menor e remove o www que não agrega significado para o usuário final. De qualquer modo quem digitar o www deverá chegar no site. Mas na barra de endereços a URL sem ele vai aparecer depois, bem como nos atalhos salvos, etc.
O passo seguinte é realizar as configurações. Isto como disse é feito no servidor Web. A título de exemplo, veja o que precisei fazer no IIS 6.0. Para configurar o redirect é preciso alterar o arquivo “httpd.ini’ que fica no diretório raiz do site. Se ele não existir deverá ser criado. Dentro dele são postas as linhas:
[ISAPI_Rewrite]
RewriteCond Host: ^meu-dominio.com.br
RewriteRule (.*) http\://meu-dominio.com.br$1 [RP,L]
RewriteCond Host: ^http\://meu-dominio.com.br
RewriteRule (.*) http\://meu-dominio.com.br$1 [RP,L]
Esta configuração redireciona também URL com subpastas depois do nome. Usuários de outras versões do IIS talvez tenham que alterar alguma coisa, e usuários do Apache possuem uma versão análoda a esta. Basta procurar na Web.
Como resultado final, temos todo mundo chegando no mesmo site, mas apenas uma versão da URL aparecendo para os usuários e mecanismos de busca.
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