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Segundo informativo “Suas Finanças” do Infomoney, o plano do governo é que já em 2010 esteja disponível acesso de banda larga a preço baixo, R$  35,00, nas principais capitais do país, em especial nas que irão abrigar os jogos da copa de 2014.  O PNBL (plano nacional de banda larga), que é coordenado pelo Ministério do Planejamento, prevê ainda a interligação de mais 100 municípios.

As cidades seriam São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Natal, Salvador. Fiquei em dúvida com relação a São Paulo, não está havendo uma dúvida se ela será sede da copa? :-) Bom deixando esta polêmica de lado,  é uma boa notícia. Mesmo sabendo que a velocidade prevista para este preço é de 512 kbps a 784 kbps, o que apenas com muito boa vontade se considera banda larga hoje em dia. Mas levando em conta que o objetivo é atender a um público que atualmente está usando linha discada ou nem isso, é um avanço. Creio que para um usuário casual de Internet, que quer fazer algumas consulta na Web e ler emails, esta velocidade será satisfatória por enquanto.

Com isso o consumidor brasileiro poderia começar a baixar o custo médio per capta com provedor de banda larga no Brasil, que hoje é calculado em 4,5% da renda líquida. Na Rússia este valor é 1,68%, e nos países desenvolvidos menos de 0,5%. Mas ainda assim, o lado positivo disso é mais no aumento de disponibilidade que em preço baixo, pois o valor inicial mais baixo é proporcional ao preço já praticado no mercado em planos maiores.  A título de comparação, 35 reais por 512 kbps é mais ou menos compatível com o preço  médio aqui no Rio  de 70 reais (arredondando para cima) por 1 Mbps. É uma conta simples, para quem não percebeu, basta dividir os dois últimos números por 2…

Quem acompanha mais de perto as operadoras de celular já deve ter percebido as mudanças frequentes na forma de tarifação dos planos de dados. Os pacotes entram e saem, mudam preços e quantidades, e mais importante, muda a própria unidade de medida que será cobrada. Ora vendem plano limitado por velocidade, ora por quantidade de dados trafegados mensais. Afinal, de onde vem tanta dúvida na cabeça dos executivos de telecomunicações? Eu tenho apenas duas hipóteses. Uma é a velha maquiagem do produto, para obter margem de lucro melhor. A outra é que eles estão meio perdidos mesmo. Pode também ser uma combinação das duas: de ganância com falta de planejamento, em proporções variáveis. Vamos analisar alguns exemplos e notícias recentes para ver qual hipótese mais se encaixa, e como o consumidor pode sobreviver em meio a esta selva de planos de dados.
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Depois de um mês de convivência diária e constante com o Android minha opinião sobre a plataforma continua muito boa e mais que isto, otimista com o futuro. Depois das fabricantes tradicionais de celulares, Motorola, HTC e Samsung, as fabricantes de PCs Dell e Lenovo entram para reforçar a competição no mercado de Android, e a própria Google colocará sua marca em um aparelho (se bem que fabricado pela HTC). Mas voltando ao uso diário, vou descrever como que o Android está se saindo em cada uma das formas de uso: comunicação pessoal, notícias e lazer.

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jan/10

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Ano novo, hosting novo

Os leitores habituais do tecnoinsider.com.br devem ter notado o novo design da página. De fato a mudança, embora transparente para os usuários, foi mais radical: o blog mudou de hosting, de DNS e de sistema de blog.

A migração estava prevista há alguns meses, e os motivos foram vários. Primeiro, eu vinha há algum tempo lamentando as limitações do sistema de blogs que usava antes. Depois, no fim do ano passado fiquei preocupado com um ataque de segurança que deixou o site fora do ar por alguns minutos. E por fim, esta semana fui avisado que o serviço de DNS que utilizava para hospedar os domínios foi comprado por outra empresa, com as mudanças de políticas que sempre acompanham estas transferências de comando. Fui obrigado a migrar para um serviço pago.

Mas no final será uma upgrade: hosting e DNS mais profissional, além do sistema de blog mais flexível atualmente (o WordPress). O único detalhe que pode gerar algum contratempo são os links permanentes. O sistema atual tem um formato parecido, mas que não é igual. E em termos de URL, sabemos que ser parecido não adianta nada… então os links permanentes apontando para os posts do blog Tecnoinsider novo são diferentes e os antigos ficarão quebrados… (nada é permanente no universo, esta é a lição :-) ). Mas contando com a compreensão de todos com relação a este e outros pequenos problemas que venham a surgir, apresento no novo tecnoinsider.com.br, contando que as vantagens do site novo valerão a pena!

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Este final de ano está sendo bem aproveitado pelos fabricantes de celulares e operadoras para lançar modelos novos a tempo do  Natal. Em particular é notável o número de modelos de celulares com Android que chegaram ao Brasil, e com pouco atraso em relação aos mercados do hemisfério norte. Temos modelos de Androids da Motorola, Samsung, HTC e até Dell.

Estou convivendo há uma semana com um Android, o Motorola Dext, e minha impressão sobre o Android OS é muito boa. Sobre o Dext em particular tenho algumas restrições. Mas pensando racionalmente, é uma boa compra, comparando preços e funcionalidades de outros celulares, Android ou não. É um dos Androids mais baratos por aqui, e vem com teclado físico e câmera de 5 mp. Além disso tem GPS gratuito, integrado ao Google maps. O sistema indica rotas, os trechos a pé e transporte público do percurso,  incluindo as linhas de ônibus e o tempo de cada trecho.

O Dext inclui como uma de suas características principais o sistema motoblur criado pela Motorola.  Ao contrário do que li em outros blogs, é possível ignorar o motoblur e usar o Dext como um Android qualquer. Não é obrigatório criar uma conta motoblur, mas eu recomendo dar uma chance a este serviço, que pode ser realmente um grande facilitador na vida de quem usa redes sociais e de notícias.

Resumindo, o motoblur integra contatos e atualizações de redes sociais e outros serviços (entre eles Facebook, Twitter, Orkut, Pikasa, Google, etc), e permite mostrar as atualizações que são baixadas no celular. É possível também atualizar estes serviços diteto do celular. Por exemplo, “ tuitar”  do celular sem usar SMS. Tudo isso pode ser acessado por widgets direto da área de trabalho. É muito agradável e viciante percorrer a lista de eventos das redes sociais, twitter e etc, de forma unificada, e eventualmente entrar em um dos links da web incluídos. Finalmente vejo uma utilidade para o twitter. Da área de trabalho pode-se acessar também o email e notícias RSS.

O motoblur também sincroniza os dados do aparelho com um serviço remoto da motorola, que é  acessado através de um site web pela conta motoblur. Por este site pode-se também localizar o aparelho ou comandar o apagamento dos dados em caso de perda ou roubo.

Mas o aparelho não é perfeito. A primeira coisa estranha que notei é que o slide é meio solto, ou seja, dependendo de como se segura sente-se um leve deslizamento do teclado físico. Não é um problema grave, não compromete o uso,  e com o tempo acaba-se acostumando com isso, mas gera uma impressão de fragilidade, que pode nem ser verdadeira. O ideal seria aumentar a pressão da mola no início do movimento do slide.

Com o uso nota-se que a bateria tem duração relativamente menor do que a maioria dos outros smartphones. De fato, se o uso for muito frequente, com acesso de emails e navegação web pelo 3G ou Wifi, não dura nem um dia. Até o momento isso não foi problema sério para mim, pois tenho um PC com USB ao alcance para recarregá-lo ao longo do dia se necessário. Quem fica muito tempo fora de casa ou do escritório deve pensar bem nisso antes de comprar. Seria muito útil incluir uma segunda bateria no pacote, como a Motorola fez  no meu smartphone anterior, um MotoQ.

Outro ponto negativo que deve ser considerado é que ele vem com a versão 1.5 do Android, ao passo que outros celulares já estão vindo com a 2.0 (incluindo o Milestone da própria Motorola). O upgrade para 2.0 é teóricamente possível, mas depende da Motorola, e no momento não há previsão. Também não é algo que comprometa o uso, mas quem gosta de estar com a última versão de tudo pode se sentir meio pra trás nessa…

Apesar destes últimos comentários, o aparelho atende ao que preciso hoje de um smartphone: tem teclado físico, 3G, WiFi, tudo isso por um preço razoável. E o próprio Android, baseado em software livre, abre uma série de possibilidades, como maior oferta de upgrades e aplicativos, além da facilidade de acesso ao kit de desenvolvimento e publicação de aplicativos no Android Market, em oposição ao controle rígido que  é feito pela Apple no iPhone.

 Gostei: design, funcionalidade do motoblur, teclado físico; Não gostei: Android 1.5, duração da bateria, deslizamento do slide.

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Estou  a uns 3 meses procurando um netbook com modem 3G interno, e descobri que é difícil comprar um destes hoje em dia. Não chega a ser um unicórnio da informática, eles existem. Só que é um percentual pequeno dos modelos, digamos un 5%, e mesmo estes poucos modelos são dificeis de encontrar nas lojas, mesmo online. Me vem uma dúvida, porque eles são minoria? Pra mim eles deviam ser maioria, ou talvez a totalidade. Tenho alguns argumentos para isso.

Primeiro, pelo conceito de netbook. O termo começa com “NET” porque são pensados pra usar online. A maior parte do tempo pelo menos. E pelo tamanho e mobilidade, geralmente fora de casa e fora do escritório, pois nestes lugares temos equipamentos mais confortáveis. Bom, fora de casa e do escritório só contando com muita sorte pra ter uma rede LAN, por cabo ou wireless, onde se conectar. Existem provedores Wifi, mas eles cobrem uma parcela mínima da cidade. Muito mais garantido é assinar um plano 3G.  Mas então é só comprar um daqueles modems 3G do tamanho de um pendrive, e está tudo resolvido, certo? Vamos ao argumento 2.

O segundo aspecto a considerar é a particidade. Qual a diferença real de praticidade entre usar um modem 3G externo e um interno?  Quem ainda não passou por isso, imagine a seguinte situação. Você está um ônibus, ou aeroporto, café, fastfood, etc, e resolve tirar o netbook da mochila pra se conectar. Vamos analisar todas as ações envolvidas, primeiro a opção  SEM modem 3G interno:

1. Tirar o notebook da mochila; 2. Procurar o modem 3G onde estiver; 3. Conectar o modem 3G na USB; 4. Dar boot, conectar

Agora COM modem interno:

1. Tirar o notebook da mochila; 2. Dar boot, conectar

Ou seja, uma economia de dois passos. Dividi em duas ações porque, mesmo com o modem 3G já na mão, ter que colocá-lo na USB é uma ação separada, e pode gerar algum embaraço dependendo da situação (escuro, pouco espaço, movimentação), e certamente uma pequena perda de tempo. Além disso, pra mim qualquer pequeno ato, quando repetido milhares de vezes ao longo da vida, é relevante. Quero a máxima praticidade, e se possível estilo também. Não é muito mais “estiloso” conectar em um único gesto, sem conectar modem externo na USB?

Argumento complementar: mas isso não iria aumentar o preço dos netbooks? Hoje em dia aumenta, mas a economia de escala de colocar um modem 3G interno em todos os netbooks faz esta diferença tender a quase zero.

Argumento contrário: mas com isso não poderia compartilhar a conexão 3G com outras máquinas. Até pode, é só tirar o chip GSM do netbook e colocar em um modem 3G externo. É verdade que seria um contratempo ficar tirando o chip, e isto anula a praticidade que falei acima. No meu caso não é problema, pois para todas as outras máquinas tenho outra conexão melhor. Em casa tenho Wi-Fi ligada à Internet por cable modem, de muito melhor qualidade que a conexão 3G. Esta última é só pra usar fora de casa, ou seja, no netbook mesmo. Logo, dificilmente eu iria tirar o chip!

Por fim, porque 3G e não 802.16, do qual até já falamos aqui no blog? Simples, pragmatismo. De fato é que o 802.16 é ótimo, recebeu (e recebe) apoio da Intel, que prometia incluí-lo nos chipsets pra notebook, o que faz todo sentido. Só que não decolou ainda, e mesmo que agora começasse um movimento sério nesse sentido, só daqui a alguns anos a infraestrutura e os modelos com esta tecnologia estariam difundidas. E eu quero conexão movel à Internet já.

Agora, o motivo real dos poucos modelos com 3G serem difíceis de ahar pode ser que esão esgotados com a alta procura. Será que os fabricantes não estão vendo a oportunidade? Será que as operadoras de celular não perceberam que a facilidade de conexão pode aumentar a procura por planos? Vou continuar aguardando um bom modelo com 3G interno, acho que vale a pena.

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O Google disponibilizou nesta quinta-feira o seu serviço de DNS para uso público. As vantagens alegadas são performance e segurança. Realmente, um servidor DNS mal configurado pode ser causa de atrasos e porta de entrada de ataques, como DNS poisoning. Os IPs dos servidores DNS são:

8.8.8.8
e
8.8.4.4

Mais Informações e detalhes de configuração no site do Google.

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