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Julho de 2023 é declarado o mês mais quente da história, alerta observatório

Fabio Rocca by Fabio Rocca
08/08/2023
in AMBIENTE
© Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil

© Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil

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O mês de julho de 2023 foi oficialmente o mais quente já registrado no planeta, com temperaturas médias superando o recorde anterior, de julho de 2019, em 0,33ºC, conforme informado pelo observatório europeu Copernicus. Esse aumento alarmante foi acompanhado por ondas de calor intensas e incêndios devastadores em diversas partes do mundo.

Em comparação com as médias observadas entre 1991 e 2020, as temperaturas médias na atmosfera durante julho foram 0,72ºC mais elevadas. Samantha Burgess, do Copernicus, expressou sua preocupação diante desses números: “Acabamos de testemunhar temperaturas recordes, tanto globais do ar quanto da superfície dos oceanos. Estes recordes trazem consequências terríveis para as pessoas e para o planeta, intensificando eventos extremos.”

A realidade das alterações climáticas tornou-se inegavelmente visível em 2023. A Grécia enfrentou incêndios catastróficos, enquanto o Canadá, além de sofrer com grandes incêndios, também foi atingido por inundações. Ondas de calor consecutivas castigaram o sul da Europa, norte da África, sul dos Estados Unidos e partes da China, causando inúmeros danos.

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“A temperatura média global em julho foi 1,5°C superior aos níveis pré-industriais. E 2023, até agora, é o terceiro ano mais quente já registrado, com um aumento médio de 0,43°C acima das médias recentes”, acrescentou Samantha.

A preocupação com o aquecimento global é uma realidade que tem ganhado cada vez mais espaço nas discussões internacionais. O fenômeno refere-se ao aumento da temperatura média global da atmosfera terrestre e dos oceanos, uma tendência que pode resultar em alterações climáticas de proporções devastadoras. Este é um resultado direto da emissão excessiva de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, na atmosfera.

As ações humanas, principalmente a queima de combustíveis fósseis, a destruição de florestas e a intensa atividade industrial, são as principais causas desse desequilíbrio. As consequências do aquecimento global incluem aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos, extinção de espécies, perda de biodiversidade e impactos diretos nas populações humanas, como escassez de água e insegurança alimentar.

Para reverter esse quadro, medidas como a adoção de energias limpas e renováveis, reflorestamento, investimento em tecnologias sustentáveis e conscientização global são vitais.

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© Rovena Rosa/Agencia Brasil
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